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Trabalhador de costas ancorado em estrutura metálica
Curso NR-35 · CTE

Curso NR-35 em Joinville — trabalho em altura presencial, com prática

Desde julho de 2026, treinamento de altura é presencial por lei. Para a CTE, sempre foi.

Altura se aprende com o corpo, não com a tela. No curso NR-35 da CTE, o participante veste o cinto paraquedista, clipa os talabartes, monta sistemas de ancoragem, avalia o fator de queda e participa da simulação de resgate — porque fez isso aqui dentro, com instrutor do lado, antes de fazer lá em cima. São 8 horas de treinamento, no mínimo exigido pela norma, com a densidade que a norma não consegue exigir.

O que a norma pede — e o que mudou em 2026

A NR-35 vale para todo trabalho executado acima de 2 metros do nível inferior em que haja risco de queda — manutenção, montagem, limpeza industrial, telhado, andaime, plataforma, torre. Os números que importam:

O queQuantoOnde está na norma
Treinamento inicialmínimo de 8 horas, antes de iniciar a atividadeitem 35.4.2.1
Treinamento periódicoa cada 2 anos, mínimo de 8 horasitem 35.4.2.2
Modalidadepresencial, obrigatoriamenteitem 35.4.5 (Portaria MTE 1.259/2026)
Novo treinamento antecipadomudança de procedimentos ou condições · acidente grave · retorno de afastamento superior a 180 diasNR-01, item 1.7.2.2.3

A Portaria 1.259/2026 (julho de 2026) encerrou o treinamento de NR-35 à distância e deu 1 ano para as empresas se adequarem: quem tem equipe certificada em EAD híbrido (semipresencial) precisa refazer o treinamento presencial — ou complementar a carga — até 16/07/2027. Quem só tem o EAD, a nova redação nem menciona, pois essa hipótese nunca existiu. Melhor refazer o quanto antes! A mesma portaria reforçou a análise de risco para uso de escadas, inclusive as fixas verticais. Se a sua operação usa escada como acesso ou posto de trabalho, esse é um ponto novo de atenção que o curso já cobre.

Para quem é

  • Quem trabalha acima de 2 metros: manutenção industrial, montagem, limpeza, telhados, estruturas, plataformas
  • Equipes com certificado EAD — o prazo de adequação da Portaria 1.259/2026 corre até julho de 2027
  • Empresas que precisam de evidência sólida de capacitação para fiscalização e cliente-auditor
  • Times de contratadas que atuam em planta de terceiros — cada vez mais cobrados na homologação

O que você treina

  • Análise de risco e condições impeditivas — quando NÃO subir, e como registrar essa decisão
  • Sistemas e equipamentos: cinto paraquedista, talabarte, trava-quedas — inspeção, uso, conservação e descarte
  • Sistemas de ancoragem e fator de queda — na teoria e no corpo
  • Permissão de Trabalho e planejamento: quem autoriza, o que confere, o que documenta
  • Acidentes típicos em altura: por que acontecem e o que os antecede
  • Emergência e resgate: o plano para quando a queda acontece — incluindo o trauma de suspensão, que transforma minutos pendurado em urgência médica
  • Escadas: a análise de risco que a norma passou a detalhar em 2026

Como funciona na CTE

Turma aberta toda semana na sede, em Joinville — dá para programar a capacitação sem parar a produção, e para encaixar admissão nova sem esperar um mês. A parte prática acontece em estrutura real de treinamento: o participante monta e confere a própria ancoragem, pendura o peso no sistema, sente o que um fator de queda alto significa.

O certificado sai em até 7 dias após o treinamento (prazos menores podem ser negociados), acompanhado do pacote documental que sustenta auditoria: lista de presença assinada, avaliação, conteúdo programático alinhado ao item 35.4 da norma e responsável técnico pelo treinamento. Pronto para a fiscalização e para anexar no DET — para o dia em que pedirem evidência, não papel.

Para grupos, o curso vai até a sua planta: treinamentos in-company em Joinville, Jaraguá do Sul, Araquari, Guaramirim, São Francisco do Sul e região — treinar na estrutura onde a equipe realmente sobe vale o dobro.

Altura na sua planta: os cenários que mais aparecem

Cada indústria tem o seu "acima de 2 metros". Os que mais passam pelas turmas da CTE: manutenção sobre telhado — incluindo o de fibrocimento, que exige linha de vida e passarela porque não segura o peso de uma pessoa; montagem e desmontagem de andaime; trabalho em plataforma elevatória (que soma a capacitação específica da NR-18 PEMT à NR-35); acesso a torres, silos e estruturas; e, desde 2026, o uso de escadas fixas verticais, que a norma passou a tratar com análise de risco específica. O curso usa os cenários da região porque é neles que a equipe vai aplicar o que treinou.

O dia do curso, hora a hora

A manhã é de fundamento: o que a norma exige e por quê, os riscos de queda e como se formam, análise de risco e condições impeditivas, equipamentos — cinto, talabartes, trava-quedas — e os critérios de inspeção e descarte. A tarde é de corpo: cada participante veste e ajusta o próprio cinto, inspeciona o equipamento como se fosse recebê-lo em campo, monta sistemas de ancoragem, vê na prática o que um fator de queda alto faz com o conjunto e participa da simulação de resgate — incluindo o trauma de suspensão, o relógio silencioso que corre para quem fica pendurado esperando socorro. O encerramento fecha com a avaliação — e a documentação completa segue para conferência e arquivo, com o certificado emitido em até 7 dias.

O que a fiscalização encontra — e o curso previne

Três padrões se repetem nas autuações de trabalho em altura: atividade liberada sem análise de risco ou permissão de trabalho registrada; equipamentos sem inspeção documentada (o cinto até foi inspecionado — mas não há registro, e para o auditor o que não está registrado não aconteceu); e plano de resgate que se resume a "chama o bombeiro" — o que a norma não aceita, porque o tempo de resposta externo não conversa com o tempo do trauma de suspensão. O curso trata os três com nome, exercício e modelo de registro.

Quem responde pela equipe que sobe

A NR-35 exige que o trabalho em altura seja planejado, autorizado e supervisionado. Para quem coordena — encarregado, líder de manutenção, técnico de segurança —, a CTE tem o curso de supervisor de trabalho em altura: análise de risco, PT, gestão de equipamentos e a responsabilidade de quem assina a liberação.

O que o auditor fiscal pergunta sobre altura — e o que responder

Três perguntas abrem quase toda inspeção do tema. "Quem trabalha em altura aqui, e onde estão os certificados?" — a resposta é a lista de funções com os certificados de 8 horas dentro do ciclo bienal, presenciais. "Como vocês autorizam e liberam o serviço?" — a resposta é a análise de risco e a permissão de trabalho registradas, com quem assina identificado. "Qual o plano de resgate?" — a resposta precisa ter equipamento, gente treinada e tempo compatível com o trauma de suspensão; "ligamos para o 193" reprova. O curso da CTE prepara a equipe para as três respostas existirem de verdade — no campo e no papel.

Termos que valem conhecer

Fator de queda — a relação entre a distância da queda e o comprimento de talabarte disponível para absorvê-la: quanto maior, mais violento o impacto no corpo. Zona livre de queda — o espaço que precisa existir abaixo do trabalhador para o sistema deter a queda antes de algo duro. Trauma de suspensão — o quadro que se instala em quem fica pendurado imóvel no cinto; transforma minutos em urgência. Condição impeditiva — a situação (vento, chuva, saúde, estrutura) que suspende o trabalho; reconhecê-la é conteúdo central do curso.

Perguntas frequentes

Precisa de exame médico para trabalhar em altura?

Sim — a aptidão para trabalho em altura passa pela avaliação médica do trabalhador, registrada no ASO, com atenção às condições que contraindicam a atividade. O treinamento capacita; o ASO libera o corpo. Os dois precisam estar em dia, e a empresa responde pelos dois.

O cliente da minha empresa pode exigir refazer o treinamento?

Pode exigir evidência de capacitação válida e compatível com o risco — e muitos contratantes auditam conteúdo, carga e prática, não só a data. Certificado frágil reprova mesmo dentro da validade; é exatamente o filtro que derruba o EAD barato.

Quantas horas tem o curso da NR-35?

O treinamento inicial tem carga mínima de 8 horas, definida no item 35.4.2.1 da norma. Na CTE, o curso ocupa um dia inteiro: teoria pela manhã, prática à tarde.

Qual a validade do certificado NR-35?

2 anos. O item 35.4.2.2 exige treinamento periódico bienal, também de 8 horas no mínimo. A CTE tem turma de reciclagem toda semana.

Certificado NR-35 feito em EAD ainda vale?

A Portaria 1.259/2026 tornou o treinamento presencial obrigatório e deu prazo até 16/07/2027 para refazer ou complementar presencialmente o que foi feito a distância. Mas a NR-01 sempre foi clara sobre a necessidade da prática presencial. Qualquer análise que envolva a NR-01 vai descaracterizar o treinamento feito 100% EAD. Prestador de serviço com NR-35 EAD nunca pôde entrar em empresa que a CTE faz a gestão de terceiros, sempre foi barrado (quando detectado).

Trabalho em altura é só acima de 2 metros?

A norma se aplica acima de 2 metros do nível inferior com risco de queda. Abaixo disso a NR-35 não incide — mas o risco de queda continua existindo e entra no gerenciamento de riscos da empresa (PGR) do mesmo jeito.

O que o participante precisa levar?

Roupa de trabalho e calçado fechado. Cinto, talabartes, capacete e os equipamentos da prática são da estrutura da CTE — e inspecionar esse material faz parte do exercício.

Quando o treinamento é in Company, aí o material utilizado é aquele do dia a dia do trabalhador.

Quem volta de afastamento precisa treinar de novo?

Se o afastamento passou de 180 dias, sim — é a regra do item 1.7.2.2.3 da NR-01, que também manda antecipar o treinamento quando mudam procedimentos ou condições de trabalho e após acidente grave.

A empresa pode mandar só uma pessoa?

Pode — a turma aberta existe para isso. A partir de 6–8 pessoas, vale comparar com o formato in-company, que treina a equipe no cenário real dela.

Turmas toda semana na sede em Joinville — datas e inscrição na agenda de turmas. Dúvida sobre qual formação a sua equipe precisa, ou quantos ainda estão no prazo da adequação presencial? Entre em contato no WhatsApp 47 3027-3535 e vamos conversar — a primeira conversa é sem custo nem compromisso.
CTE
Engenharia de Segurança do Trabalho e Ambiental para empresas de Joinville e região norte de Santa Catarina, desde 1993.
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